Jonas que tinha descido ao porão e se deitara, dormia profundamente. (Jn 1.5c)
Dos profetas da bíblia, um dos mais conhecidos é Jonas. Deus o mandou para Nínive, para mudar o povo daquela cidade dos seus pecados e chamá-lo ao arrependimento. Caso não mudassem de vida, Deus destruiria toda cidade e seu povo.
Jonas não tolerava os ninivitas e suas práticas pagãs; queria mais é que morressem, pois eram um povo muito cruel. Seria “bem feito pra eles”. Por isso resolveu desobedecer a Deus, embarcando num navio em que ia para a direção contrária a Nínive.
No meio do caminho Deus mandou uma tempestade sobre o mar e o navio correu sérios riscos de afundamento. Tudo por causa da desobediência de Jonas. Enquanto dormia no porão, o navio o levava para bem longe de onde Deus o havia mandado. Ingênuo Jonas pensou que iria fugir de Deus. Mais Deus o determinou de ir a Nínive, nem que fosse arrastado, querendo ou não.
A tempestade parecia capaz de quebrar o navio ao meio. Os tripulantes descobriram que a culpa era de Jonas e perguntaram o que ele havia feito a Deus. Percebendo seu erro, Jonas pediu para ser lançado ao mar. A tempestade cessou. Surgiu um grande peixe e engoliu Jonas, que foi vomitado em terra firme e seguiu dali para Nínive (Jn 2.10).
Quantas vezes nós pensamos poder fugir de Deus dormindo “no porão”? Achamos, ou fazemos de conta, que Deus não vai nos alcançar lá. Quanta burrice, eu digo logo assim: BURRICE! Sabe, tem gente doida que vive e diz: “Ah! eu tô errado ainda, e não quero me acertar agora!” Ô filhinhos! Que pena que eu tenho de vocês que lamentável suas situações, tão pensando que tá enrolando todo mundo né? Podem até está, mais não ao Senhor! Pensam poder enganar a Deus, tomando a direção contrária à sua vontade e indo descansar onde pensam que ele não os verá. Mais Deus os trará de volta. Querendo ou não, ela fará cumprir a sua vontade, cedo ou tarde. Ele, como um Pai amoroso, nos disciplina até que o obedeçamos. Você tem fugido da vontade de Deus?
Não há lugar no mundo onde Deus não possa nos buscar.

