“Eu estou me confundindo e não-dizendo aquilo que queria dizer. O importante, o irreversível, o definitivo, o claro nessa história toda é que eu gosto muito de ti. Muito mesmo. Não adoro nem venero, mas gosto na medida sadia e humana em que uma pessoa pode gostar de outra, O resto é detalhe.”
No fundo, no fundo você saberia que então eu iria mudar. Como sempre falei. Mais como você, nem eu mesma sabia que seria tanto. Eu quis tanto você, que hoje quando eu te vejo aqui, ao meu lado, tão rente a pele, tão cara à cara, olho no olho e todas aquelas características que me formam apaixonada por você, então eu me encontro sem está te esperando, sem ansiedade, sem aquele friozinho na barriga. E por quê? Seria talvez porque te esperei demais e sem perceber me conformei que você não viria? E agora que aqui está, não consigo desacostumar com a comodidade de não ter tido? Perguntas redundantes ou até sem conseguir explicar o que realmente eu quero entender. Você foi e voltou tantas vezes, e em tão pouco tempo, que eu carrego aquela pesada sensação de que você mais cedo ou mais tarde vai soltar a minha mão e eu mais uma vez caminharei só. E quer saber, não é porque eu quero! Eu tento não pensar nessas hipóteses, mais o meu medo que um dia já foi teu, vive hoje assim em me. Como algo que eu não consigo controlar, tá de novo passando aquele velho filme. Me perdoe moço, essa insegurança, mais eu não sou mais a sua menina, que quando morria de medo corria para os teus braços tão cheios de segredos. Sua menina cresceu, aprendeu a andar com as próprias pernas, sem esperar pela sua mão do outro lado do caminho. Claro que com esse crescimento, vieram “
Que lindo Chay..... Muitos beijos Sheila
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