Por muitas e muitas vezes eu sofri quando você também sofreu, e sua felicidade foi em dobro porque eu ficara feliz com você feliz! Era aquela história: Ver teu sorriso também me faz sorrir. E hoje, como vivemos? Felizes por outras pessoas e tristes por elas também? Será que aprendemos a respeitar um ao outro? O espaço do outro? Será que acabamos com aquelas brincadeiras bestas? Acabamos com aquela mania ridícula de colocar um ao outro pra trás? E você, sente minha falta? Ainda espera o telefone tocar e do outro lado, torcer pra que seja eu? Sente meu perfume por aí perdido e dar vontade de agarrar? Ainda lembra dos meus [seus] belo par de olhos verdes? Lembra de te beliscar e depois da beijinho só pra fazer de conta que iria passar? De você estralar o dedo de uma forma que até hoje eu não aprendi. Lembra das coisas que me falou, das felicidades que me proporcionou? Ou você ainda lembra daquela história de que você só me fazia chorar? Será que você hoje houve seu coração? Lembra dos nossos planos? Será que ainda tem amor por mim? São tantas as perguntas pra te fazer. É que eu sou desse jeito, ninguém é perfeito... Um pouco insegura, eu não sou madura. É que nem no começo, lembrar de você me faz pensar besteira, são sorrisos e expressões que aparecem naturalmente. O sorriso bobo e a cara de assustada pelas suas surpresas. Se não fosse eu que me lembra-se de você a mim mesma, eu não acreditaria que tudo hoje se transformou em nada. Em pó na estrada. A sua ausência é algo que me sufoca sem tá em cima. Que me tira o sono sem ser insônia. Eu sinto tanto a sua falta.
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