Quando comecei a pensar mais em mim, a me arrumar pra mim, a sorrir pra me, a me importar comigo, só comigo, coisa pela qual eu não fazia há tanto tempo, pude perceber que as coisas fluíam “vagarosamente bem” e que pouco a pouco tudo voltava pra o seu devido lugar, ou o que não tinha lugar, começou a ter.
Deixei de lado certas angustias, certos medos bobos, deixei de lado coisas e pessoas que pra me eram mais importante do que eu mesma, deixei vontades, cuidados, e comecei a agir em função de me mesma!
Comecei a olhar as pessoas que eu mais “AMAVA”, “GOSTAVA” e me “PREOCUPAVA”, com outros olhos e pude perceber uma vez mais, que elas não são as pessoas “que um dia eu me apaixonei”, que quando a gente começa a conviver com essas pessoas diariamente, nós vemos que aquelas atitudes que elas tinham e faziam já não existem mais é como dizem o amor é cego case-se e ele lhe devolverá a visão ou como casamento, a gente só conhece o outro a partir do momento que acorda todo dia com aquela pessoa, que conhece seus costumes , seu modo de agir de perto, aí vem a decepção! Esquecemos que elas são humanas e não perfeitas. Ás vezes até da pra relevar, tem outras que a coisa fica tão chata, tão insuportável, que nós simplesmente sumimos do convívio ou de perto daquelas pessoas!
Depois de um tempo que a gente volta a ver essas pessoas, como já sabemos como as coisas funcionam, fica mais fácil de agir e ás vezes nem paciência temos mais. Descobri que com o passar dos anos que tem certas coisas que não mudam, como por exemplo: A gente só da valor a certas coisas ou pessoas depois que perdemos! Comprovo durante esses anos de vida que realmente funciona assim e que quando nós paramos de dar certo tipo de atenção é que TUDO muda de verdade!
A gente nunca tem paciência pra esperar algo que muito queremos. Paciência realmente é uma virtude, mais é também um dom! Que me veio faltando pra um monte de coisa e sobrando pra algumas.
Parei de esperar tanto dos outros, de depender tanto de tanta gente, constatei que posso fazer sozinha, é só deixar o medo pra lá, confiar em Deus e em si mesma e ir adiante.
Me livrei daquilo que me fazia mal, e também venho me livrando do que eu “acho” que faz bem, tá difícil? Claro que tá, mais Deus dá o conforto e acrescenta o que eu preciso. Afinal de contas ele cura onde dói e não deixa um amado seu sofrer mais do que possa suportar, ele assim prometeu e cumprirá, porque é certo a vitória virá.
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